Vida de Cachorro

1 Milhão de visitas é maravilhoso, Obrigado

Arquivo da categoria ‘Literatura’

Download de livros gratis

Publicado por escatambulo em Março 24, 2008

a9_bb_livros_aberto_um_em_cima_do_outro_.jpg

mais de 350 titulos Aqui

Enviado em Ebooks, Literatura, utilidades | 2 Comentários »

Bertold Brecht (1898-1956)

Publicado por escatambulo em Fevereiro 29, 2008

Primeiro levaram os negros

Mas não me importei com isso
Eu não era negro

Em seguida levaram alguns operários
Mas não me importei com isso
Eu também não era operário

Depois prenderam os miseráveis
Mas não me importei com isso
Porque eu não sou miserável

Depois agarraram uns desempregados
Mas como tenho meu emprego
Também não me importei

Agora estão me levando
Mas já é tarde.
Como eu não me importei com ninguém
Ninguém se importa comigo.

Enviado em Literatura | Deixar um comentário »

Martin Niemöller, 1933 – símbolo da resistência aos nazistas.

Publicado por escatambulo em Fevereiro 29, 2008

Um dia vieram e levaram meu vizinho que era judeu.
Como não sou judeu, não me incomodei.

No dia seguinte, vieram e levaram meu outro vizinho que era comunista.
Como não sou comunista, não me incomodei .

No terceiro dia vieram e levaram meu vizinho católico.
Como não sou católico, não me incomodei.

No quarto dia, vieram e me levaram;
já não havia mais ninguém para reclamar…

Enviado em Literatura | Deixar um comentário »

Cláudio Humberto, em 09 FEV 2007

Publicado por escatambulo em Fevereiro 29, 2008

Primeiro eles roubaram nos sinais, mas não fui eu a vítima,

Depois incendiaram os ônibus, mas eu não estava neles;

Depois fecharam ruas, onde não moro;

Fecharam então o portão da favela, que não habito;

Em seguida arrastaram até a morte uma criança, que não era meu filho…

Enviado em Literatura | Deixar um comentário »

Maiakovski – Poeta russo “suicidado” após a revolução de Lenin… escreveu, ainda no início do século XX:

Publicado por escatambulo em Fevereiro 29, 2008

 Na primeira noite, eles se aproximam e colhem uma flor de nosso jardim.
E não dizemos nada.

Na segunda noite, já não se escondem, pisam as flores, matam nosso cão.
E não dizemos nada.

Até que um dia, o mais frágil deles, entra sozinho em nossa casa, rouba-nos a lua, e, conhecendo nosso medo, arranca-nos a voz da garganta.
E porque não dissemos nada, já não podemos dizer nada.

Enviado em Literatura | Deixar um comentário »